2º Ciclo

Competências em HGP

21/11/2012 11:06
  Perfil do aluno competente em História no ensino básico PROGRAMA DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL: INTRODUÇÃO COMPETÊNCIAS GERAIS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS:COMUNICAÇÃO EM HISTÓRIA COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS:COMPREENSÃO...

—————

Planificação Anual de História e Geografia de Portugal-5ºAno

06/11/2012 10:20
      1º PERÍODO Nº de aulas previstas + / - 38 üApresentação, organização e avaliação diagnóstica   Tema A- A Península Ibérica na Europa: dos primeiros povos à formação...

—————

Planificação anual de HGP- 6º ANO

06/11/2012 10:14
                                                  &

—————


(1) A Península Ibérica - Localização e Ambiente Natural

A Península Ibérica - Localização e Ambiente Natural (5.º ano HGP)
A Península Ibérica localiza-se na Europa, entre o Mar Mediterrâneo a Sul e o Oceano Atlântico a Norte e Ocidente, tendo os montes Pirenéus por limite Oriental.
Este espaço conheceu, desde os tempos mais antigos, a presença de vários povos que, atraídos pelas suas condições naturais e recursos (relevo, clima, vegetação e rios), aqui deixaram a sua presença.
Autores António Rocha, Clarisse Mendes, Laura C. Moreira, Manuel Pires, Manuela Brazão, Mª José Garção, Natália Belchior, Odete Martins
Produtores António Rocha, Laura C. Moreira, Manuel Pires
Realização Francisco Alves Ensino Básico Mediatizado EBM Produção 1992 Revisão 1995

 

 

 


(2) Os Primeiros Povos na Península Ibérica (5.º ano HGP)
Ao longo de muitos milhares de anos o Homem passou por muitas transformações. Ao evoluir, o Homem foi aprendendo a observar a Natureza, a compreendê-la, a dominá-la e a explorar mais eficazmente os seus recursos, para se alimentar, para se vestir, abrigar e defender dos animais e dos outros homens. Foi um longo caminho desde a simples recolha de frutos e raízes até à utilização dos primeiros instrumentos de pedra. Com a agricultura o Homem é obrigado a fixar-se. Deixa de ser nómada e passa a ser sedentário. Acampa em comunidades mais amplas, estabelece normas, constrói aldeias. Passa-se do tempo das comunidades recolectoras para o tempo das comunidades agro-pastoris. No Mediterrâneo estabelecem-se relações comerciais com povos distantes - Fenícios, Gregos e Cartagineses.
Autores António Rocha, Clarisse Mendes, Laura C. Moreira, Manuel Pires, Manuela Brazão, Mª José Garção, Natália Belchior, Odete Martins
Produtores António Rocha, Laura C. Moreira, Manuel Pires
Realização Francisco Alves EBM 1992 Revisão 1995

http://youtu.be/5idd0sJE5NQ

 


(3) Os Romanos e a Romanização da Península Ibérica

Os Romanos e a Romanização (5.º ano HGP) (7.º ano História)
Nos finais do séc. III a. C., os Romanos, que já dominavam vastos territórios ao longo do Mediterrâneo, chegaram à Península onde os povos ibéricos, nomeadamente os Lusitanos, lhes ofereceram grande resistência.
A influência dos Romanos no modo de vida peninsular foi muito importante e está evidenciada nas marcas ou vestígios que aqui deixaram.
O Cristianismo - religião oficial desde o séc. IV - persistiu para além do Império Romano e da sua partilha pelos povos invasores, os Bárbaros. Estes povos adoptaram o Cristianismo e, com ele, a herança da civilização romana.
Autores António Rocha, Clarisse Mendes, Laura C. Moreira, Manuel Pires, Manuela Brazão, Mª José Garção, Natália Belchior, Odete Martins
Produtores António Rocha, Laura C. Moreira, Manuel Pires
Realização Francisco Alves Ensino Básico Mediatizado EBM 1992; Revisão 1995

 


(4) Os Muçulmanos na Península Ibérica (5.º ano HGP) (7.º ano História)
Os Muçulmanos vieram da Arábia e invadiram a Península Ibérica pelo Sul. Tinham como objectivo principal a expansão da sua religião por oposição ao cristianismo.
Ficaram na Península Ibérica vários séculos, divididos entre a convivência e o confronto com os cristãos, tendo deixado marcas da sua cultura que influenciaram o modo de vida peninsular.
A cidade de Moura, no Baixo Alentejo é um exemplo dessa influência e ainda hoje podemos encontrar nesta região muitos vestígios.
Autores António Rocha, Clarisse Mendes, Laura C. Moreira, Manuel Pires, Manuela Brazão, Mª José Garção, Natália Belchior, Odete Martins
Produtores António Rocha, Laura C. Moreira, Manuel Pires
Realização Francisco Alves Produção EBM 1995

 


(5) Formação de Portugal - De Condado a Reino

Formação de Portugal - De Condado a Reino (5.º ano HGP) (7.º ano História)
Portugal vai nascer da luta contra os Muçulmanos. Estes, também conhecidos por Mouros, eram povos oriundos principalmente do Norte de África. Desde 1095-96, (Doação do Condado Portucalense ao cruzado francês conde D. Henrique) até 1249 (conquista de Faro) desenvolveu-se uma longa luta com dois planos - político e militar.
No plano político, foi a luta pela independência tendo sido alcançado o reconhecimento do reino, em 1143, por Afonso VI de Leão, e em 1179 pela Santa Sé.
No plano militar, foi a luta contra os Mouros para a conquista do território, até alcançar fronteiras seguras e definitivas.
Autores António Rocha, Clarisse Mendes, Laura C. Moreira, Manuel Pires, Manuela Brazão, Mª José Garção, Natália Belchior, Odete Martins
Produtores António Rocha, Laura C. Moreira, Manuel Pires
Realização Francisco Alves EBM Produção 1995

 


(6) Portugal Medieval - O Território

Terminada a conquista (1249) o território oferecia a configuração que tem hoje, salvo alguns ajustes de fronteira com Castela. Foi neste pequeno espaço rectangular voltado para o mar, que um outro herói - o povo anónimo - empreendeu na terra e no mar, no campo e na cidade, a luta quotidiana da sobrevivência e do desenvolvimento. Ao longo deste tema inicia-se o estudo de Portugal como reino independente, reconhecendo as suas dimensões e fronteiras, as características naturais do território e os seus recursos.
Autores António Rocha, Clarisse Mendes, Laura C. Moreira, Manuel Pires, Manuela Brazão, Mª José Garção, Natália Belchior, Odete Martins
Produtores António Rocha, Laura C. Moreira, Manuel Pires
Realização Francisco Alves Produção EBM 1992; Revisão 1995


(7) Portugal Medieval - Vida Quotidiana nos Senhorios

 

Vida Quotidiana nos Senhorios (5.º ano HGP) (7.º ano)
A população no séc. XIII distribuía-se desigualmente pelo país. As terras constituíam um símbolo de riqueza e de poder e eram propriedade de determinados grupos sociais. Trabalhando no Senhorio (numa relação de dependência total do Senhor da terrra) o povo desbravou as terras e desenvolveu actividades artesanais.
Quantas pessaos viviam no Portugal do sé. XIII? Quem tinha a posse da terra? A quem era dada a terra e porquê? Como viviam os diferentes grupos sociais?
Autores António Rocha, Clarisse Mendes, Laura C. Moreira, Manuel Pires, Manuela Brazão, Mª José Garção, Natália Belchior, Odete Martins
Produtores António Rocha, Laura C. Moreira, Manuel Pires
Realização Francisco Alves Produção EBM 1992; Revisão 1995

 


(8) Portugal Medieval - Vida Quotidiana nos Mosteiros

Portugal Medieval - Vida Quotidiana nos Mosteiros (5.º ano HGP) (7.º ano História)
Grande parte do país era constituído por terras senhoriais e, dentro elas, eram muito importantes as que pertenciam a comunidades religiosas.
Alcobaça é um dos mais importantes coutos da época que vale a pena "olhar" de perto para conhecer quem lá vivia, as diversas actividades a que se dedicavam os hábitos da Ordem Religiosa a que pertenciam os monges Cistercienses.
Autores António Rocha, Clarisse Mendes, Laura C. Moreira, Manuel Pires, Manuela Brazão, Mª José Garção, Natália Belchior, Odete Martins
Produtores António Rocha, Laura C. Moreira, Manuel Pires
Realização Francisco Alves EBM 1992; Revisão 1995

 


(9) Portugal Medieval - Vida Quotidiana nos Concelhos

Portugal Medieval - Vida Quotidiana nos Concelhos (5.º ano HGP) (7.º ano História)
Na Idade Média as populações espalharam-se por aldeias, vilas e cidades. As povoações mais importantes possuíam uma Carta de Foral, que lhes era geralmente concedida pelo Rei e onde eram estabelecidos os privilégios dos moradores. Estas povoações constituíam os Concelhos.
Os pelourinhos tinham um significado muito especial, pois eram o símbolo da autoridade de um concelho.
Ainda hoje encontramos muitos destes monumentos espalhados pelo país e, a partir deles, podemos conhecer a História de muitos dos nossos concelhos.
Autores António Rocha, Clarisse Mendes, Laura C. Moreira, Manuel Pires, Manuela Brazão, Mª José Garção, Natália Belchior, Odete Martins
Produtores António Rocha, Laura C. Moreira, Manuel Pires
Realização Francisco Alves Ensino Básico Mediatizado EBM 1992; Revisão 1995

 


(10) Portugal no Tempo das Descobertas - Até ao Cabo da Boa Esperança

Portugal no Tempo das Descobertas Até ao Cabo da Boa Esperança (5.º ano HGP) (8.º ano História)
A partir da conquista de Ceuta (1415), e da descoberta do Arquipélago da Madeira (1418/19), inicia-se a Expansão Portuguesa, que nos leva a conhecer novas terras e ao contacto com outros povos e culturas.
Com as descobertas atlânticas, os navegadores vão ultrapassando o medo do desconhecido. A passagem do Cabo da Boa Esperança mostra que mar e terra continuam e que não há abismos nem monstros a afundar embarcações. Ao passarem o Cabo da Boa Esperança os Portugueses provam que é possível a comunicação entre o Atlântico e o Índico, o que vai permitir a chegada de Vasco da Gama à Índia, por mar.
Autores António Rocha, Clarisse Mendes, Laura C. Moreira, Manuel Pires, Manuela Brazão, Mª José Garção, Natália Belchior, Odete Martins
Produtores António Rocha, Laura C. Moreira, Manuel Pires
Realização Francisco Alves Produção EBM 1992; Revisão 1995

 


(11) Portugal no Tempo das Descobertas - Índia e Brasil

 

Portugal no Tempo das Descobertas - Índia e Brasil (5.º ano HGP) (8.º ano História)
A passagem do Cabo da Boa Esperança abre a comunicação entre o Oceano Atlântico e o Índico e permite a descoberta de uma nova rota - o Caminho Marítimo para a Índia.
Contornando, no Atlântico, as correntes e os ventos contrários, Vasco da Gama abre o caminho à descoberta do Brasil por Pedro Álvares Cabral.
Autores António Rocha, Clarisse Mendes, Laura C. Moreira, Manuel Pires, Manuela Brazão, Mª José Garção, Natália Belchior, Odete Martins
Produtores António Rocha, Laura C. Moreira, Manuel Pires
Realização Francisco Alves Produção EBM 1993; Revisão 1996

 

 


(12) Portugal no Tempo das Descobertas - Madeira e Açores

Portugal no Tempo das Descobertas Madeira e Açores (5.º ano HGP) (8.º ano História)
Durante os séculos XV e XVI, o Império Português foi sucessivamente aumentando. À medida que as viagens prosseguiam, os Portugueses iam conhecendo melhor as características naturais dos nossos territórios e a forma de aproveitamento dos seus recursos.
Quando os Portugueses chegaram aos arquipélagos da Madeira e dos Açores, estes encontravam-se despovoados. O séc. XVI é o tempo da ocupação e exploração económica destes territórios, dividindo-os em capitanias e introduzindo novos produtos.
Autores António Rocha, Clarisse Mendes, Laura C. Moreira, Manuel Pires, Manuela Brazão, Mª José Garção, Natália Belchior, Odete Martins
Produtores António Rocha, Laura C. Moreira, Manuel Pires
Realização Francisco Alves Produção EBM 1993; Revisão 1996

 


(13) Portugal no Tempo das Descobertas - Ásia, África e América

Portugal no Tempo das Descobertas (5.º ano HGP) (8.º ano História)
Ásia, África e América
No séc. XVI, os Portugueses dominavam territórios situados em vários continentes.
Após a ocupação e exploração das ilhas atlânticas (Madeira e Açores), seguiu-se a ocupação e exploração dos territórios da África, Ásia e América.
Através dos Descobrimentos, os Portugueses entraram em contacto com gentes de todas as etnias, níveis de cultura e crenças. No entanto, as relações que se estabeleceram variaram de região para região.
Autores António Rocha, Clarisse Mendes, Laura C. Moreira, Manuel Pires, Manuela Brazão, Mª José Garção, Natália Belchior, Odete Martins
Produtores António Rocha, Laura C. Moreira, Manuel Pires
Realização Francisco Alves Produção EBM 1993; Revisão 1996

 


(14) Portugal no Tempo das Descobertas - A Lisboa Quinhentista

 
Portugal no Tempo das Descobertas - A Lisboa Quinhentista (5.º ano HGP) (8.º ano História)
Com o avanço das descobertas iam-se tornando cada vez mais nítidas as mudanças no quotidiano dos Portugueses.
A movimentação das gentes e dos produtos teve reflexos muito visíveis na vida económica, social e cultural do reino. Torna-se, por isso, interessante procurar observar essas mudanças no quotidiano da capital - a Lisboa Quinhentista, que ainda hoje podemos recordar ao olhar a Torre de Belém, o Mosteiro dos Jerónimos ou ao ler "Os Lusíadas" de Camões.
Autores António Rocha, Clarisse Mendes, Laura C. Moreira, Manuel Pires, Manuela Brazão, Mª José Garção, Natália Belchior, Odete Martins
Produtores António Rocha, Laura C. Moreira, Manuel Pires
Realização Francisco Alves

 


(15) O Domínio Filipino e a Restauração

O Domínio Filipino e a Restauração (5.º ano HGP) (8.º ano História)
Nos finais do séc. XVI, Portugal vive a maior crise da sua História, que culmina na perda da independência. Em 1578, quando o jovem rei D. Sebastião empreende a conquista de Marrocos, dá-se o desastre final - Alcácer Quibir. As forças portuguesas são destroçadas e D. Sebastião morre sem deixar descendentes.
Após sessenta anos de domínio filipino, em 1640, um grupo de nobres conspiradores ataca e domina o palácio do governo, em Lisboa, aclamado rei, D. João IV, duque de Bragança.
Quando se assina a paz com a Espanha em 1668, Portugal encontra-se enfraquecido e sem recursos. Mas, ao findar so séc. XVII, chega do Brasil a notícia da descoberta das minas de ouro.
Autores António Rocha, Clarisse Mendes, Laura C. Moreira, Manuel Pires, Manuela Brazão, Mª José Garção, Natália Belchior, Odete Martins
Produtores António Rocha, Laura C. Moreira, Manuel Pires
Realização Francisco Alves

 


(16) O Império Português no séc. XVIII - O Brasil

O Império Português no século XVIII - O Brasil (6.º ano HGP) (8.º ano História)
Observando o Mapa do Império Colonial Português no início do século XVIII, verificamos que o Brasil é ainda uma estreita faixa de terra no litoral. Posteriormente, essa faixa vai-se alargando para o interior, graças às célebres expedições "Bandeiras" que penetram em zonas inexploradas, possibilitando a descoberta de minas de ouro e pedras preciosas e a expansão das áreas de exploração agrícola.
Autores António Rocha, Clarisse Mendes, Laura C. Moreira, Manuel Pires, Manuela Brazão, Mª José Garção, Natália Belchior, Odete Martins
Produtores António Rocha, Laura C. Moreira, Manuel Pires
Realização Francisco Alves Ensino Básico Mediatizado EBM1993


(17) A Sociedade Portuguesa no Tempo de D. João V

A Sociedade Portuguesa no Tempo de D. João V (6.º ano HGP) (8.º ano História)
Ao longo do séc. XVIII, aumenta o tráfico de escravos de África para o Brasil, para satisfazer as novas necessidades de mão-de-obra, e aumenta a emigração do reino para aquele território como resultado da atracção exercida por novas riquezas e novas terras.
Foram estas riquezas que permitiram as grandes obras monumentais e o luxo no reinado de D. João V. Com o aumento dos rendimentos régios, criaram-se também condições para o desenvolvimento da Monarquia Absoluta, isto é, o exercício do poder pessoal e absoluto do Rei.
Autores António Rocha, Clarisse Mendes, Laura C. Moreira, Manuel Pires, Manuela Brazão, Mª José Garção, Natália Belchior, Odete Martins
Produtores António Rocha, Laura C. Moreira, Manuel Pires
Realização Francisco Alves


(18) Lisboa Pombalina (O Terramoto de 1755)

Lisboa Pombalina - O Terramoto de 1755 (6.º ano HGP) (8.º ano História)
Com o Marquês de Pombal intensifica-se a dureza do poder mas também se introduzem medidas de desenvolvimento na indústria, no ensino, na primeira tentativa de ilminação de Lisboa a lampiões de azeite e no projecto do novo espaço urbano de Lisboa Pombalina, após o terramoto de 1755.
Autores António Rocha, Clarisse Mendes, Laura C. Moreira, Manuel Pires, Manuela Brazão, Mª José Garção, Natália Belchior, Odete Martins
Produtores António Rocha, Laura C. Moreira, Manuel Pires
Realização Francisco Alves Produção EBM 1993

 

 


(19) 1820 e o Triunfo dos Liberais (Telescola) 1820 e o Triunfo dos Liberais (6.º ano HGP) (8.º ano História) Após as Invasões Francesas e a partida da Corte para o Brasil o país estava dividido: D. Pedro defendia as ideias liberais e a Constituição de 1822; D. Miguel desprezava tudo isso, reinando como rei absoluto. Os portugueses viram-se assim envolvidos em lutas e conflitos, que só terminaram em 1834 com a assinatura da Convenção de Évora Monte. D. Miguel parte para o exílio e o país passa a reger-se por uma Monarquia Constitucional. Autores António Rocha, Clarisse Mendes, Laura C. Moreira, Manuel Pires, Manuela Brazão, Mª José Garção, Natália Belchior, Odete Martins Produtores António Rocha, Laura C. Moreira, Manuel Pires Realização Francisco Alves


(20) Portugal na segunda metade do séc. XIX

Portugal na segunda metade do séc. XIX (6.º ano HGP) (9.º ano História)
O séc. XIX, é um século de guerra e paz. É um tempo de conflitos, de choques de ideias, de organização de partidos políticos, de sucessão de governos e oposições, de reivindicações sociais. Mas é neste século, principalmente na 2.ª metade, que se introduzem as primeiras inovações técnicas da época moderna, que constituem um estímulo à exploração dos recursos naturais (minérios), e permitem lançar as bases de uma rede de transportes, a nível nacional. Apesar de um certo desenvolvimento agrícola e do surto industrial dos finais de século, o país não consegue ultrapassar o grande atraso económico e técnico, não comportando o aumento demográfico que se registava.
À instabilidade política, junta-se o descontentamento social. Novas revoluções se aproximam.
Autores António Rocha, Clarisse Mendes, Laura C. Moreira, Manuel Pires, Manuela Brazão, Mª José Garção, Natália Belchior, Odete Martins
Produtores António Rocha, Laura C. Moreira, Manuel Pires
Realização Francisco Alves


(21) A vida quotidiana em Portugal no século XIX

A vida quotidiana em Portugal no século XIX (6.º ano HGP)
É durante a segunda metade do século XIX que surge o primeiro comboio, a primeira lâmpada eléctrica, o primeiro telefone e o primeiro telégrafo, o primeiro automóvel, a primeira projecção de cinema, as primeiras vacinas.
Começa-se a ter pressa, aumenta a necessidade de consumo e a vida ganha um novo ritmo - é o desejo da rapidez, da novidade, da mudança.
Difundem-se os jornais, os livros, as ideias e aumenta a escolaridade.
Autores António Rocha, Clarisse Mendes, Laura C. Moreira, Manuel Pires, Manuela Brazão, Mª José Garção, Natália Belchior, Odete Martins
Produtores António Rocha, Laura C. Moreira, Manuel Pires
Realização Francisco Alves


(22) A Revolução Republicana de 5 de Outubro de 1910

A Revolução Republicana 5 de Outubro de 1910 (6.º ano HGP) (9.º ano História)
O início do século XX é marcado pela agitação republicana que vê o seu triunfo na Revolução de 5 de Outubro de 1910. Com o derrube da Monarquia são banidos os privilégios e os títulos nobiliárquicos.
Elabora-se uma Constituição avançada, moderna, baseada em princípios de democracia, liberdade, igualdade perante a lei, segurança e protecção dos cidadãos. Promulgam-se leis progressistas que consagram algumas das grandes conquistas do século XX: a livre expressão de pensamento; o direito à greve; a escolaridade obrigatória; o horário de trabalho.
Nos dezasseis anos da Primeira República, vive-se intensamente a liberdade. Participa-se, por vezes de forma violenta.
Autores António Rocha, Clarisse Mendes, Laura C. Moreira, Manuel Pires, Manuela Brazão, Mª José Garção, Natália Belchior, Odete Martins
Produtores António Rocha, Laura C. Moreira, Manuel Pires
Realização Francisco Alves EBM 1993

 


(23) Os Anos da Ditadura Salazarista

Os anos da Ditadura Salazarista (6.º ano HGP) (9.º ano História)
A 28 de Maio de 1926, um movimento militar triunfante, comandado pelo General Gomes da Costa, põe fim à Primeira República e instaura uma Ditadura Militar. Este movimento teve imediata e ampla adesão da população, que cansada da instabilidade político-social, via na ditadura um meio "provisório" para instaurar a paz social e a ordem, que permitissem o progresso do País.
Mas Salazar, primeiro como Ministro das Finanças e depois, Chefe do Governo, apoiado por forças políticas da extrema-direita, prolonga a ditadura, consolida-a, torna-a pessoal e "definitiva".
Desde 1926 e até ao 25 de Abril de 1974, vive-se em Portugal, por quase meio século, um regime anti-democrático, autoritário e de repressão sistemática das liberdades.
Autores António Rocha, Clarisse Mendes, Laura C. Moreira, Manuel Pires, Manuela Brazão, Mª José Garção, Natália Belchior, Odete Martins
Produtores António Rocha, Laura C. Moreira, Manuel Pires
Realização Francisco Alves Ensino Básico Mediatizado EBM 1993


(24) Portugal Hoje - A população portuguesa no limiar do séc. XXI

A população portuguesa no limiar do séc. XXI (6.º ano HGP)
O Homem, ao longo dos tempos, criou instrumentos de domínio da Natureza que lhe permitiram modelar uma fisionomia nova na superfície da Terra. Através da agricultura, da indústria e da urbanização o Homem transformou, alterou profundamente e até criou novas paisagens.
A maneira como uma determinada população se distribui, a sua evolução ao longo do tempo, a sua mobilidade, são aspectos que explicam as diferentes formas de organização do espaço geográfico e as consequências daí resultantes. O estudo das características da população portuguesa, da sua desigual distribuição espacial permitem compreender como se organiza o espaço português no limiar do século XXI.
Autores António Rocha, Clarisse Mendes, Laura C. Moreira, Manuel Pires, Manuela Brazão, Mª José Garção, Natália Belchior, Odete Martins
Produtores António Rocha, Laura C. Moreira, Manuel Pires
Realização Francisco Alves EBM 1994


(25) Portugal Hoje - Os lugares onde vivemos

Portugal Hoje - Os lugares onde vivemos (6.º ano HGP)
As paisagens dividem-se entre cidades e campos, entre espaço urbano e espaço rural. Cada um desses espaços tem características próprias, ritmos de vida e actividades diferentes e densidade populacional também diferente. Nas sociedades modernas, a separação entre espaço rural e o espaço urbano tende a tornar-se um pouco clara. As cidades deixaram de se reduzir a pequenos pontos no mapa, para se estenderem em manchas que avançam sobre o espaço rural. À medida que os campos recebem equipamentos e produtos de consumo idênticos aos das cidades, as áreas rurais urbanizam-se e as condições de vida sofrem uma profunda transformação.
Autores António Rocha, Clarisse Mendes, Laura C. Moreira, Manuel Pires, Manuela Brazão, Mª José Garção, Natália Belchior, Odete Martins
Produtores António Rocha, Laura C. Moreira, Manuel Pires
Realização Francisco Alves


(26) Portugal Hoje - As actividades que desenvolvemos

Portugal Hoje - As actividades que desenvolvemos (6.º ano HGP)
A população que trabalha fá-lo em diferentes profissões que, tradicionalmente, se agruparam em sectores. A distribuição da população activa pelos diferentes sectores tem evoluído devido a alterações na actividade económica. Durante muito tempo a agricultura foi a actividade dominante. Depois a partir do séc. XIX, passou-se ao domínio da indústria, até chegarmos a uma situação de claro avanço do comércio e serviços. Em linhas gerais, a evolução dos sectores da actividade apresenta duas fases claramente distintas: à primeira corresponde a passagem da população activa da agricultura para a indústria; à segunda corresponde a diminuição de população na indústria devido à automatização dos processos industriais e a um aumento do sector terciário.
Autores António Rocha, Clarisse Mendes, Laura C. Moreira, Manuel Pires, Manuela Brazão, Mª José Garção, Natália Belchior, Odete Martins
Produtores António Rocha, Laura C. Moreira, Manuel Pires
Realização Francisco Alves


(27) Portugal Hoje - Como ocupamos os tempos livres

Como ocupamos os tempos livres (6.º ano HGP)
A ocupação dos tempos livres desenvolve uma série de actividades culturais e de recreio que origam à criação de equipamentos e de bens que lhe sirvam de apoio.
O nosso país apresenta condições de clima, património cultural, gastronomia e paisagem que fizeram desenvolver a nossa indústria turística e a transformaram numa importante fonte de riqueza.
Autores António Rocha, Clarisse Mendes, Laura C. Moreira, Manuel Pires, Manuela Brazão, Mª José Garção, Natália Belchior, Odete Martins
Produtores António Rocha, Laura C. Moreira, Manuel Pires
Realização Francisco Alves


(28) Portugal Hoje - O Mundo mais perto de nós e Portugal na União Europeia

O Mundo mais perto de nós e Portugal na União Europeia (6.º ano HGP)
Actualmente não há nenhuma área do globo que se possa considerar isolada do exterior, por muito ténues que sejam as relações com outras áreas mais ou menos afastadas, tal é o nível atingido pela sociedade em termos de organização social e económica. Desde sempre os sistemas de transporte têm sido criados para responder às necessidades de circulação de cada época. Assim, tendem a evoluir por forma a satisfazer novas exigências, resultantes das permanentes transformações na distribuição das populações e na localização das actividades económicas. O meio onde decorre a nossa vida não é um lugar isolado; insere-se numa região que, por sua vez pertence a outras áreas geográficas mais vastas. Portual, para além dos conjuntos territoriais a que pertence pela posição geográfica, faz parte também, de outros conjuntos espaciais por razões económicas e estratégicas, como a ONU, a NATO e a UE.
Autores António Rocha, Clarisse Mendes, Laura C. Moreira, Manuel Pires, Manuela Brazão, Mª José Garção, Natália Belchior, Odete Martins
Produtores António Rocha, Laura C. Moreira, Manuel Pires
Realização Francisco Alves EBM 1994


O regresso dos retornados e a independência das colónias 1975 (6.º ano HGP)


A viagem de Vasco da Gama