A BATALHA DE OURIQUE, SEGUNDO A CRÓNICA DOS GODOS

 
Era de 1177 [= 1139]: A 25 de Julho na festa de S. Tiago Apóstolo, no undécimo ano do seu reinado, o mesmo Rei Dom Afonso travou uma grande batalha com o rei dos Sarracenos, de nome Esmar, num lugar que se chama Ourique. Efectivamente aquele rei dos Sarracenos, conhecendo a coragem e a audácia do rei Dom Afonso, e vendo que ele frequentemente entrava na terra dos Sarracenos fazendo grandes depredações e vexava grandemente os seus domínios, quis; se fazê-lo pudesse, travar batalha com ele e encontrá-lo incauto e despercebido em qualquer parte. Por isso uma vez, quando o Rei Dom Afonso com o seu exército entrava por terra dos Sarracenos e estava no coração das suas terras, o Rei sarraceno Esmar, tendo congregado grande número de Mouros de além-mar, que trouxera consigo e daqueles que moravam aquém-mar, no termo de Sevilha, de Badajoz, de Elvas, de Évora, de Beja e de todos os castelos até Santarém, veio ao encontro dele para o atacar, confiando no seu valor e no grande número do seu exército, pois mais numerosos era ainda pela presença aí das mulheres que combatiam à laia de amazonas, como depois se provou por aquelas que no fim se encontraram mortas.
Como o Rei Dom Afonso estivesse com alguns dos seus acampado num promontório foi cercado e bloqueado de todos os lados pelos Sarracenos de manhã até à noite. Como estes quisessem atacar e invadir o acampamento dos cristãos, alguns soldados escolhidos destes investiram com eles (Sarracenos), combatendo valorosamente, expulsaram-nos do acampamento, fizeram neles grande carnificina e separaram-nos. Como o rei Esmar visse isto, isto é, o valor dos Cristãos, e porque estes estavam preparados mais para vencer ou morrer do que para fugir, ele próprio se pôs em fuga e todos os que estavam com ele, e toda aquela multidão de infiéis foi aniquilada e dispersa quer pela matança quer pela fuga. Também o Rei deles fugiu vencido, tendo sido preso ali um seu sobrinho e neto do rei Ali, de nome Omar Atagor.
Com muitos homens mortos também da sua parte, Dom Afonso, com a ajuda da graça de Deus, alcançou um grande triunfo dos seus inimigos, e, desde aquela ocasião, a força e a audácia dos Sarracenos enfraqueceu muitíssimo.

 

 

Batalha dos Atoleiros

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Abril de 1384

A batalha foi travada em 6 de Abril de 1384, no local pantanoso dos Atoleiros, entre Sousel e Fronteira.
Foi a primeira aplicação, em Portugal, da nova táctica do quadrado, introduzida na Europa durante a Guerra dos Cem Anos, que evidenciou o valor da defensiva, para parar o avanço do inimigo, desgastá-lo e conseguir um equilíbrio de forças favorável à passagem à ofensiva.
Ao mesmo tempo esta táctica permite a supermacia da infantaria no campo de batalha.

Poucos meses depois da morte do Conde de Andeiro, o Rei D. João I de Castela, marchou sobre Lisboa para a sitiar.
Não podendo o Rei de Portugal abandonar a capital do reino, e temendo a entrada em Portugal do exército castelhano pelo Alentejo, enviou o Condestável D. Nuno Álvares Pereira, com poderes especiais, fronteiro do Alentejo, para defender as populações alentejanas, onde diversos lugares estavam por Castela e fazer frente aos invasores.

Reuniu o Condestável cerca de 300 lanças e 1500 homens, dos quais 100 besteiros, e marchou de Estremoz ao encontro do invasor, que possuia um efectivo de 1000 lanças e 5000 homens, inclnindo os portugueses que se lhes tinham juntado, e que eram comandados pelo Prior do Crato, D. Pedro Álvares, irmão mais velho do Condestável.

No dia 6 de Abril, o Prior do Crato mandou um emissário ao seu irmão, propondo-lhe que passasse para as hotes castelhanas.
Repudiada a proposta, as tropas castelhanas abandonaram o cerco que então faziam à vila de Fronteira, marchando sobre o exército português.

Nuno Álvares Pereira, em inferioridade numérica, decidiu esperar o inimigo em posição favorável à defensiva, tirando vantagem da adptação das armas ao terreno, e adoptou um dispositivo rectangular, escalonado, e constituído por vanguarda, própiro para enfrentar uma acção de envolvimento da numerosa cavalaria aversa, com todos os seus efectivos apeados, em que as sucessivas filas das compridas lanças eram cravadas no chão, inclinadas para a frente e aguentadas pela firmeza do braço do combatente, formando uma sebe eriçaa de pontas.
Os besteiros foram distribuídos adequadamente para crivarem o inimigo com os seus tiros.

Monesprezando os castelhanos a pequena hoste portuguesa, confiados na potência do choque, vieram cravar-se nas lanças, caindo de roldão cavalos e cavaleiros, enquanto os besteiros e fileiras da rectaguarda portuguesa alvejavam com nuvens de virotões e dardos as vagas sucessivas, que se embaraçavam nos seus própiros combatentes caídos, tombando por sua vez.

Pouco durou a refrega, terminando com a fuga dos castelhanos, que sofreram pesadas baixas, que influirm no seu desânimo.

Dos portugueses não houve mortos nem feridos.
D. Nuno ainda ordenou a perseguição durante uma légua, e o certo é que a Batalha dos Atoleiros muito contribuiu para a vitória da causa da independência.

fontes de pesquisa:
http://www.pt.wikipedia.org
http://www.jornalfontenova.com

 

Conquista de Silves aos Mouros

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De Julho a Setembro de 1189


Decidido pelo Rei D. sancho o ataque a Silves, o alferes-mor D. Mendo de Sousa, o Sousão, é enviado por terra, á frente da grossa hoste, em guarda avançada, para reconhecer os caminhos da praça.
Entretanto voltavam do sul as Galés portuguesas que, agregadas à frota de Cruzados, para lá se tornaram a dirigir.
Só então D. Sancho, com as mesnadas dos bispos de Caminha e Porto, alguns esquadrões do Templo, do Hospital e de freires de Calatrava e numerosa peanagem e cavalaria dos concelhos, marcha pelo Alentejo contra Silves.

A 15 de Julho de 1189 a hoste de Sousão chega diante de Silves, que levanta acampamento e começa no dia seguinte os trabalhos preliminares do cerco.

Dias depois, a 20, surge à barra de Portimão a frota aliada, começando palas habituais assolações às povoações ribeirinhas dos mouros.
E logo que a larga fila de navios, subindo o rio, ancora diante de Silves, D. Mendo de Sousa propõe aos chefes Cruzados um assalto de surpresa às muralhas.

Mais opulenta e forte que Lisboa, a praça de Silves constava da cidade velha (almedina), localizada em sítio alto e muralhado, coroada ao alto pela soberba alcáçova, e da cidade baixa, nos seus subúrbios, delimitada por uma cerca exterior de muralhas e torres, cuja maciça albarrã dominava toda a campina.
Uma forte couraça de estrada coberta, ligava pela encosta as muralhas da sobranceira almedina, com a torre albarrã da cerca, em baixo.
Largos fossos rodeavam de água toda a muralha dos subúrbios.

Aceite a proposta de Sousão, no dia seguinte deu-se o assalto de surpresa ás muralhas dos subúrbios.
Tão impetuoso foi, tão furiosamente os cruzados se lançaram aos fossos e ergueram as escadas, sob a tempestade de setas, pedradas e balas incendiárias vomitadas pelas ameias, que os mouros, tomados pelo pânico, abandonaram as muralhas, a cidade baixa, e refugiaram-se na almedina, seu último refúgio.

Todo o subúrbio foi ocupado nesse mesmo dia pelos cristãos que, excitados pela vitória, no dia seguinte ao romper da madrugada, se arrojaram também contra as muralhas da própria almedina para a levarem à escala.

Não foi tão feliz essa segunda investida, porque, apesar das descargas de flechas que lhe protegia o assalto, por toda a cinta de muralhas foram os cruzados repelidos com graves perdas.
Ao cair da noite desistiram,e lançando fogo aos subúrbios, abandonaram-nos e recolheram-se ao acampamento para começarem o assédio regular, assim que D. Sancho tivesse chegado.

Entretanto aproveitariam o tempo para construir e montar as necessárias máquinas de guerra - aríetes, catapultas, manteletes, um monstruoso erício dos cruzados alemães.

Com a chegada da hoste real, a 29, começou então o assédio em forma.

Cerrou-se então o cerco, por mar e por terra; prepararam-se as máquinas de guerra.
De novo nos subúrbios, os mouros provocavam, do alto das muralhas, o furor dos cristãos com insultos e crueldades.
Decresceram de ritmo os combates para que os sapadores podessem cobrir de minas a base das muralhas.
Duas catapultas comandadas por D. Sancho e o monstruoso erício de pontas de aço, montado pelos alemães, atacaram sem cessar, durante dias a maciça muralha.

Por fim o incêndio, devorando as escoras das minas, fez aluir uma torre e parte das muralhas.
Os cristãos precipitaram-se na brecha, forçando em breve os mouros a refugiarem-se parte na almedina, e parte na albarrã, em baixo, logo atacada, em breve caíu também.

O poço de água que abastecia a cidade foi logo entulhado.

À britalidade dos golpes ia juntar-se também os horrores da sede.

E novamente senhores dos subúrbios, pela segunda vez os cruzados se arrojaram sobre a almedina para a levarem à escala viva, mas pela segunda vez, apesar da sede, apesar das febres, apesar do tórrido céu de Verão, os heróicos defensores da praça por toda a parte repeliram a feroz escalada.

Um tanto desanimados, voltaram os assaltantes ao repor de minas contra as muralhas do castelo. Mas uma saída feliz dos sitiados inutilizou as minas.

D. Sancho, enervado já com a valorosa resistência, dá ordem de assalto geral a 18 de Agosto.
Ainda mais uma vez, o heroísmo dos sitiados, a aspreza da encosta e o incêndio da lenha que entulhava os fossos fizeram malograr em toda a linha a nova investida.

Durante dias, o desalento, a impaciência, a fadiga, desmoralizaram os cruzados.
Pensou-se em levatar o cerco.
D. Sancho, obstinado, impôs a sua autoridade real.
Por um pouco estiveram para vir às mãos em sangrentas rixas, os louros gigantes do norte e os trigueiros homens do sul.

Na praça a situação dos sitiados (soube-se por um desertor) era atroz.
Mastigava-se barro par ahumedecer a boca.
Havia mães que esmagavam o crânio dos filhos contra paredes para os não verem sofrer.
Do inclemente céu não caía uma gota.
E de África nem promessa de auxílio, nem quaisquer notícias.

Os cruzados, por fim, submeteram-se e resolveram prlongar o cerco.
Voltou-se ao moroso mas seguro sistema das minas.
Mas os mouros, engenheiros hábeis, contraminaram.
As galerias cruzavam-se, entrecortavam-se, rompiam-se.
Os ferozes combates à luz do dia transportaram-se para o coração da terra.
Os sapadores cristãos e mouros, ardendo de febre, em ódio, chacinavam-se ali na treva, como trágicas toupeiras.

Por fim, a 3 de Setembro de 1189, morta toda a esperança, os mouros, exautos, capitularam.

Fonte de pesquisa
http://www.portugalweb.net

 

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Batalha de Trancoso

Junho de 1385

Um dos combates mais importantes da guerra pela independência de Portugal, travada nos fins do século XIV, contra as ambições castelhanas.

Este encontro contribuiu para a grande vitória de Aljubarrota, porquanto fortaleceu o ânimo dos portugueses e os tornou confiantes na sua capacidade de luta.

Já em 1384, Trancoso e outros castelos haviam tomado voz pelo Mestre de Avis e transformaram assim a Beira no alvo preferido dos ataques inimigos.

Comandados pelo Infante D. João, filho do Rei D. Pedro e de D. Inês de Castro, os castelhanos cercaram Trancoso que não se rendeu.

Enquanto, o Rei de Castela continuava a preparar a grande invasão de Portugal pela fronteira de Badajoz, seguiria daí para Lisboa, onde já deveria ter chegado a frota que simultâneamente cercaria o Porto.

Este projecto inicial foi alterado em Maio de 1385, quando Castela ordenou a invasão de Portugal pela Beira.

As tropas atacantes comandadas por João Rodrigues de Castanheda, aproveitaram uma questão entre dois fidalgos, Gonçalves Vasques Coutinho, defensor de Trancoso, e Martin Vasques da Cunha, à frente do Castelo de Linhares, para entrarem fácilmente por Almeida, passarem rápidamente a Pinhel e Trancoso e chegarem a Viseu.
Embora não atacassem os castelos, incendiavam, pilhavam e aprisionavam.

D. João I e Nuno Álvares Pereira, ausentes na zona entre o Douro e o Minho, tomaram conhecimento da aflitiva situação, e o Rei, entretanto em Guimarães, pediu a João Fernandes Pacheco, guarda-mor e alcaide de Ferreira, que sanase a desavença entre os dois nobres, se necessário até a troco de dinheiro.

Feitas as pazes, toda a nobreza daquela região cooperou activamente na defesa e organizou-se muito rápidamente um exército.
Comandado por Gonçalo Vasques Coutinho, este colocou os seus homens na veiga de Trancoso, «a meia légua pequena da vila», por onde os castelhanos teriam obrigatóriamente de passar.

Entretanto, como estes não pareciam muito dispostos a combater, afastaram-se da veiga, os portugueses não desistiram e foram ao seu encontro junto à igreja de São Marcos.

Este combate deu-se nos primeiros oito dias de Junho de 1385.

Castanheda conhecia a táctica de «pé-terra» usada por Nuno Álvares Pereira na batalha dos Atoleiros, e sabia que na muralha de lanças dos peões portugueses se desmonoraria a cavalaria castelhana.

Como o exército era composto por cavaleiroa, besteiros e homens de pé, Castanheda usou um a estratégia diferente, fazendo desmontar os 400 homens de armas e só os cavaleiros combateram montados.

Nuno Álvares manteve a formação habitual, mas os peões, muitos deles lavradores recrutados à pressa, mostravam-se desanimados.
Todo o exército parecia fraquejar, atemorizado pela superioridade numérica dos castelhanos.
Estes exultavam e avançavam rápidamente. Os cavaleiros perseguiam os peões fugitivos, que preferiam retroceder.

Recomposta a formação, a batalha prosseguiu durante todo o dia e a valentia dos portugueses levou a melhor.

Consumada a vitória, não se embargou a fuga de alguns castelhanos, para que espalhassem o pânico entre os seus, contando-lhes como combateu a lusa gente.

Do exército português morreram apenas alguns «peões medrosos».
Segundo Fernão Lopes, foi a "melhor ferida batalha entre Portugueses e Castelhanos de quantas houveram em toda a guerra".

Graças a essa vitória, os portugueses tomaram consciência da sua força.
Além deste aspecto, também no plano económico o triunfo teve grande significado: Os prisioneiros dos castelhanos foram soltos, não houve resgate a pagar e o vultuoso saque que o inimigo amontoara não pode seguir para Castela.

fonte de pesquisa
http://www.portugalweb.net

 

Batalha de La Lys

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As trincheiras em La Lys

A Batalha de La Lys deu-se em 9 de Abril de 1918, na região da Flandres, no sector de Ypres.

Nesta batalha, que marcou a participação de Portugal na I Guerra Mundial, os exércitos alemães, provocaram uma estrondosa derrota às tropas portuguesas.

A 2ª Divisão do CEP, Corpo Expedicionário Português, constituída por cerca de 20.000 homens, comandados pelo general Gomes da Costa, viu-se impotente para aguentar o embate das 4 Divisões alemães, do 6º exército, com cerca de 50.000 homens, comandadas pelo general Ferdinand von Quast.

Esta ofensiva alemã, montada pelo general Ludendorff, ficou conhecida como a Ofensiva Georgette.

Além das vantagens mais óbvias, houve um aterrível preparação de artilharia: o 6º exécito alemão tinha 1.686 canhões, contra apenas 521 do 1º exército britânico (uma superioridade de 3.3 para 1 e um a densidade de 100 canhões por quilómetro de frente, a maior de toda a guerra, antes e depois).
Estes canhões, muitos deles de calibre mais pesado que os ingleses, usariam as técnicas desenvolvidas pelo coronel Bruchmüller, um génio neste tipo de operação.
Um milhão e quatrocentos mil disparos de artilharia foram feitos no primeiro dia do ataque, que se concentrou na frente defendida pelos portugueses.

O comandante-chefe inglês Haig já sabia que um ataque alemão viria a acontecer nas proximidades da área defendida pelo CEP, com um ataque de 3 ou 4 divisões contra a CEP. De facto, no dia 6 de Abril, Haig tinha escrito a Foch: "Todas as informações apontam para a intenção do inimigo de continuar se esforço para destruir o exército britânico. Com isto em mente, ele parece estar preparando um aforça de 25 a 35 divisões para dar um pesado golpe na frente Bethune-Arras".
O CEP estava posicionado justamente so norte de Bethune mas, apesar disso, nada foi feito para reforçá-lo, especialmente considerando que eles ocupavam um sector muito grande, anteriormente defendido pelo dobro de tropas.

A destruição da divisão permitiu um avanço de cerca de 5km ás forças alemãs, mas este não foi o único avanço do dia. No flanco norte do CEP, defendido por tropas inglesas aconteceu igual avanço.

As tropas portuguesas, só em 4 horas de batalha, perderam cerca de 7.500 homens, entre mortos, feridos, desaparecidos e prisioneiros, ou seja mais de um terço dos efectivos.
Foram dados como mortos 327 oficiais e 7.098 praças, cerca de 35% da 2ª divisão do CEP.

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Prisioneiros portugueses e ingleses da batalha de La Lys


Entre as diversas razões para esta derrota tão evidente, têm sido citadas, por diversos historiadores, as seguintes:

- Falta de preparação das tropas portuguesas, pois muitas foram embarcadas para a Flandres sem terem recebido treino militar.

- Devido à falta de barcos, as tropas não foram rendidas, o que provocou um grande desânimo nos soldados. Além disso, alguns oficiais, com maior poder económico e influência, conseguiram regressar a Portugal, mas não voltaram para ocupar os seus postos.

- As condições de vida péssimas nas trincheiras, que se encontravam sempre cheias de água e com grandes quantidades de lama.

- O moral do exército português era tão baixo que houve insubordinações, deserção e suicídios.

- O armamento alemão era muito superior, em qualidade e quantidade, do que o usado pelas tropas portuguesas.

- O ataque alemão deu-se no dia em que as tropas lusas tinham recebido ordens para, finalmente, serem deslocadas para posições mais à rectaguarda.

O resultado d batalha já era esperado pelos próprios comandantes do CEP, generais Tamagnini, Gomes da Costa e Sinel de Cortes, que por diversas vezes tinham comunicado ao governo português o estado calamitoso das tropas.

Contudo, no meio da desgraça, o regime português soube encontrar um herói para salvar a honra nacional: o célebre soldado Milhões - Anibal Augusto Milhais - que enquanto à sua volta via os camaradas cair sob fogo dos alemães, manobrou com bravura a metralhadora, dando cobertura à retirada dos companherios.

Depois da derrota na batalha, o CEP é removido para a rectaguarda e utilizado para abertura de trincheiras para os ingleses.

Fontes de consulta
http://enciclopedia.tiosam.com
http://maltez.info/respublica/quadroglobal/indexquadroglobal.htm

 


Batalhas de Portugal

 Aljubarrota


3ª Invasão Francesa de Napoleão a Portugal 1810 

Video sobre a 3ª Invasão Francesa de Napoleão a Portugal, conta como em 1810 os Ingleses e Portugueses defenderam o País e expulsaram os Franceses.


La Lys

 

 


Operação Nó Górdio